Antiguidades, clássicas e requintadas, elas guardam histórias

As peças e móveis representam movimentos artísticos cujo valor promove culturas no tempo e no espaço.
Milton Simões

Antiguidades  são uma opção de decoração para deixar a casa ou o escritório com toque clássico e aconchegante. Os móveis antigos costumam ter, inclusive, maior durabilidade.

No entanto, mais que custo-benefício, a escolha por esse tipo de mobiliário é uma questão de estilo. “As peças e móveis representam movimentos artísticos cujo valor promove culturas no tempo e no espaço”, define  Milton Simões.

Antiquário e proprietário da loja M. V. Simões Antiguidades, ele está no mercado há 17 anos. Aliás, em Londrina, Milton Simões e antiquário se misturam. A pesquisa feita com arquitetos reforça essa tese.  Realizada pela Revista Sucesso em parceria com a Chiusoli Pesquisas, o trabalho consultou arquitetos e decoradores do cadastro da publicação buscando conhecer os principais fornecedores indicados por eles. Foram pesquisados 46 itens de fornecimento, que vão de materiais brutos a objetos de decoração. No item Antiguidades, M.V. Simões aparece em primeiríssima indicação.

Na loja, todas as peças são catalogadas. O cliente poderá saber, por exemplo, a que família elas pertenceram ou se adornaram castelos de diversos países em séculos passados. O estilo clássico e requintado dos móveis antigos fascina. É a história contada através dos detalhes característicos do mobiliário que remonta séculos atrás.

Contrastando com as linhas retas e a ausência de ornamentos que hoje predominam na decoração, os objetos de antiquários ou herdados da família trazem consigo lembranças.
Milton Simões explica que os móveis têm a vantagem de ser feitos com materiais extremamente resistentes, ricos em detalhes e produzidos artesanalmente. “Nada que se compare aos móveis de hoje, que, muitas vezes, parecem descartáveis. Temos mobílias de madeira maciça, peças exclusivas trabalhadas em marchetaria, esculturas de bronze e lustres de cristal.”

O antiquário lembra ainda que quem adquire antiguidades leva em consideração o valor histórico e não o valor financeiro. “Aliás, dependendo da escolha, é possível comprar um móvel mais em conta num antiquário do que numa loja de decoração”, compara.

Editoria:  Antiguidades
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